Famiglia Sonetti

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Bem-vindos ao blog da família Sonetti no Brasil!

Classé dans : Informativo — 25 avril, 2010 @ 8:15

Famiglia Sonetti

NAPOLI
Album : NAPOLI
Fotos copiadas de uma página sobre Napoles do Facebook.
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Caetano Sonetti (casado com Rosalia Bragale) chegou ao Brasil em 1895 e se fixou na cidade de S.Paulo. Mas antes disso, o avô deste, nascido em Nápoles, também chamado de Caetano (Caetano I), que era almirante naval, já havia estado no Brasil (Rio de Janeiro) por um período de 12 anos (1819-1831).

O almirante era casado com Maria Esposito, que chegou ao Brasil grávida, e aqui teve seu único filho, Paschoal. Voltaram para a Itália em 1831. Paschoal foi guarda-aduaneiro e casou-se com Maria Antonia Manzilli. Seu único filho, Caetano II nasceu em Nápoles em 05 de abril de 1872. Paschoal faleceu em Nápoles em 12 de janeiro de 1886, com 65 anos de idade, e Antonia faleceu em 1895.

Caetano II foi seminarista de um Colégio de Padres, por imposição de um tio que lhe prometera deixar sua fortuna, quando recebesse o diploma. Não faltando muito para a formatura, ele fugiu do seminário para se casar. O resultado foi que o tio dele deixou sua fortuna para uma outra família italiana. Quando a mãe dele faleceu, ele veio com a esposa para o Brasil, e passou a morar na cidade de S.Paulo, onde trabalhou como ourives.

Caetano II e Rosalia tiveram os filhos Pascoal, Mário (que faleceu com apenas 1 ano), Maria Antonieta, Carlos, Joaquim Mário, Fortunata Maria, Alpha Aurora e David.

Com a sua segunda esposa, Maria Veríssimo de Souza, Caetano II teve os filhos:
Américo, Antonieta, Elisa Rosa e Oswaldo.

Caetano deixou a primeira esposa com 7 filhos para criar. Então ela colocou os filhos mais velhos para trabalhar, e com muito esforço, conseguiu manter a família unida. Depois da morte dela, o filho Carlos assumiu o comando da família, cuidando dos irmãos menores.

Caetano, com a sua segunda esposa, mudou-se para Campinas. Seu filho Américo chegou a ajudá-lo no ofício de relojoeiro, e quando o pai morreu, cuidou dos irmãos até se casar e mudar para a capital (São Paulo).

(more…)

Layr Sonetti – Depoimento

Classé dans : Historia familiar — 30 juillet, 2011 @ 2:56

 

Layr em 1994

 

A estória da minha vida dentro do santo e puro Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, se fosse relatada minuciosamente, daria um grosso volume. Mas quero apenas aqui constatar que o Espírito Santo agiu para dar-me uma velhice cheia de paz, rodeada por uma prole crente, para o meu conforto transitório na Terra, e eterno no céu.

Desde o berço, até antes dele, partem os preparativos do Senhor para fazer-me participante de Sua graça.

Desde a infância Deus tem dirigido a minha vida, e tive a graça e oportunidade de conhecer o meu Criador muito cedo, e agora, antes que venham os maus dias, que se escureçam a luz do sol, da lua e das estrelas, antes que o pó volte à Terra, como era; ainda com a luz da vida, venho testificar do quanto Deus tem feito por mim, e posso ainda me regozijar com o meu Senhor.

Deixando Deus Escolher

Classé dans : Literatura e poesia — 14 mai, 2010 @ 11:10

por David H. Roper ( Copiado do site Ministérios RBC – Nosso Andar Diário)

 

Gênesis 13:9-13

Então, Ló escolheu para si toda a campina do Jordão… —Gênesis 13:11

1 Reis 19–20
Lucas 23:1-25

 

Pode ser que tenhamos anseios secretos, profundos demais para serem revelados a outras pessoas — talvez o desejo de um casamento, de um trabalho ou ministério que gostaríamos de realizar, quem sabe de um lugar especial onde servir. Precisamos colocar cada desejo nas mãos de Deus e orar: “Senhor, precisas escolher por mim. Eu não escolherei para mim mesmo.”

Ló fez sua própria escolha sobre um desejo que tinha. “Levantou Ló os olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada […] como o jardim do Senhor […]. Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão…” (Gênesis 13:10-11).

A planície do Jordão, com seu solo rico e abundante provisão de água, parecia o melhor para Ló. A terra, no entanto, estava poluída pela maldade (Gênesis 13:13). O pastor Ray Stedman escreveu que “Ló, achando que podia dirigir sua própria vida, ‘escolheu por si mesmo’, e, enganado pelo que viu, foi cegamente cambaleando em direção à tristeza e condenação. Abrão, por outro lado, ficou contente em deixar Deus escolher por ele… Abrão enxergou a terra como realmente era.” Ló escolheu para si e perdeu tudo — sua família, sua fortuna e seu favor com os homens.

O nosso melhor caminho é deixar Deus escolher sempre, e, ao fazermos isso, seguir Sua direção sabendo que as escolhas do nosso Pai são movidas por sabedoria e amor infinito.

Quando desejamos a vontade de Deus mais do que a nossa própria, surge o contentamento.

( Copiado do site Ministérios RBC – Nosso Andar Diário)

Orgulho

Classé dans : Historia familiar — 11 mai, 2010 @ 11:25

« Orgulho de pertencer á Família Sonetti »

por Soeli Sonetti

Com licença da palavra, quero aqui me expressar. Ser « Sonetti » é mais que apresentar um bonito sobrenome para nosso nome acompanhar! É saber soletrar com garra e nobreza, esta força cativante que nos torna únicos, unidos ligados por laços eternos que faz-nos aventureiros, vencedores pertencentes a uma família com tal « Saga » múltipla em dons e talentos. Em nossa árvore genealógica descendentes especiais não simplesmente viveram, mas também nos ensinaram a viver!  Desde bem pequena aprendi com orgulho afirmar: « Sonetti é Sonetti. pode pôr no fogo que não derrete ».  Sim, a maior verdade esteve sempre neste refrão, esta força sempre nos uniu nos ergueu nos momentos mais difíceis, nos trouxe alegrias, e de geração em geração nos ensinou a sermos vencedores! Exemplo de dignidade e honra. Nossa história é de capa e espada, lindos mitos nos presentearam com firmes e emocionantes tradições, costumes e emoções que guardamos em nossos corações. A lembrança do tio Oswaldo, um nato poeta, compositor músico e gentil galanteador; tio Joaquim risonho e inconfundível artista circense que deixou saudades; tia Elisa Rosa, soprano que por lazer e amor ao dom interpretou lindas canções, trechos de óperas e tangos ao lado de meu pai Américo, tenor possuidor de linda voz, que por hobby participou de programa radiofônico, acompanhado pela Orquestra do maestro Simonetti; tia Antonieta atriz radiofônica atuou em várias radio novelas na antiga rádio São Paulo. Enfim cada um de nós pode acrescentar um pouquinho de experiência e muito amor, pois pertencer à família Sonetti é ter à flor da pele sensibilidade, carinho por nós outros e a preocupação de germinar o bem! Somos herdeiros do « Rei » e trazemos dentro de nós a certeza de que Deus nos mantém fortes e unidos, preparados para lutarmos pelo que queremos, confiantes e seguros de que conquistaremos o nosso espaço e dentro dele brilharemos!

 

emoticone

Protégé : Layr Sonetti

Classé dans : Historia familiar — 28 avril, 2010 @ 10:25

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Pássaros tradutores – construindo sentido

Classé dans : Ciencia — 26 avril, 2010 @ 8:59

(Copiado de Ciência em Dia – Folha de S Paulo – site UOL – por Marcelo Leite)

O canto do japiim

Pássaros tradutores - construindo sentido dans Ciencia japiim

 

 

O fascínio com o japiim (Cacicus cela) surgiu à primeira vista. Não a visão do pássaro propriamente dito, de plumagem negra e amarela e canto potente, e sim de seu ninho em forma de saco, obra-prima de arquitetura e tecelagem.

Foi na Amazônia, durante um passeio de canoa num lago de igapó (floresta inundada) pegado ao rio Negro, não muito longe de Manaus. As casas pendiam da árvore carregada, como frutos de fibra pura e prenhe. Da boca superior de um deles emergiu a ave, que se pôs a gritar. (…)

Um belo ensaio de 1997 da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha, incluído no livro « Cultura com Aspas » e intitulado « Xamanismo e Tradução », informa que o « tsirotsi » (para os achanincas) ou « txana » (para os caxinauás) é também um poderoso xamã.

Sua habilidade linguística torna esses pássaros aptos a transitar entre os planos incomunicáveis do mundo indígena. Mais ou menos como fazem os curadores para conjurar malefícios que alcançam a « gente verdadeira », seres humanos.

Japiins e xamãs, para Carneiro da Cunha, se equiparam a tradutores. Apesar da impossibilidade de equivalência entre os códigos, enfrentam as armadilhas da travessia e apostam na possibilidade de alguma harmonia: « a tentativa, sempre voltada ao fracasso, em qualquer escala que se a considere -e no entanto sempre recomeçada-, de construir sentido ». (…)

Não menos desnorteante se mostra o enfraquecimento das humanidades (as « ciências humanas ») diante da marcha imperialista das ciências naturais, biologia na vanguarda. Estas produzem um dilúvio de artigos, estatísticas e descrições moleculares que faz pouco ou nenhum sentido para a maioria das pessoas. São fragmentos impotentes para engendrar uma cultura. (…)

Os japiins não se encontram, felizmente, sob ameaça mais séria. Sob risco de extinção está apenas a capacidade de ser atraído por seu canto.

(Copiado de Ciência em Dia – Folha de S Paulo – site UOL – por Marcelo Leite)

http://cienciaemdia.folha.blog.uol.com.br/arch2010-04-11_2010-04-17.html#2010_04-12_13_28_44-129493890-25

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TRADUZIR-SE

Classé dans : Literatura e poesia — 25 avril, 2010 @ 3:35

por Ferreira Gullar
(Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (nasceu dia 10 de setembro de 1930, em São Luis, Maranhão, Brasil); poeta brasileiro.)

Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.

Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.

Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.

Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?

(Copiado do site www.pensador.info)

 

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